Hoje tive que entrar em contato com um provedor americano para verificar porque alguns sites estão fora do ar, e para tal tive que preencher um formulário no site deles. Fiquei impressionado como eles não precisam dessa mega formalidade de querer te chamar de Vossa Majestade para atender clientes.
Vejam 2 ítens do formulário de suporte que eu preenchi, o primeiro pergunta o tipo de emergência e o segundo o seu grau de conhecimento técnico:

Mal traduzido, o primeiro campo diz” Meu Deus! Emergência extremamente critica!! Tudo esta quebrado! Pessoas estão morrendo!”. O Segundo que fala do nível de conhecimento diz “Não querendo ser rude, mas eu provavelmente sei mais do que você”.
Estou escrevendo este post pois ontem tive uma conversa com o Marcelo Graciolli (um grande amigo e parceiro da Finch) sobre o nível do suporte técnico brasileiro, e ele tem percebido uma perda muito grande de qualidade no atendimento da locaweb, que é o que ele mais usa (Veja).
Eu realmente concordo com ele em gênero e grau, não apenas pela locaweb, mas se analisarmos não temos um suporte técnico de qualidade por aqui.
Hoje eu precisei usar o suporte técnico do vimeo.com, site de compartilhamento de vídeos que é parte gratuito (reparem bem na palavra gratuito). O sistema para reportar problemas deles é um tópico num fórum, então a minha mensagem ficar junto com mais de 250 outras. Já postei meu problema com aquele pé atrás de todo bom brasileiro, pensando que a “minha mensagem vai ser ignorada”, “eu não pago nada, por que me dariam atenção” e outros pensamentos super positivos.
Pois bem, em menos de uma hora, uma pessoa do suporte já havia identificado meu problema, já me deixou ciente que eles mesmos iriam re-postar meu vídeo com problema e que eu receberia um e-mail quando o vídeo estivesse no ar novamente.
Fiquei impressionado com a qualidade, agilidade e prontidão do atendimento, onde me passaram a garantia de que sim, eles vão resolver meu problema, e não o padrão “reinicie seu computador e entre em contato novamente”.
Seria muito bom ver o Brasil chegar neste nível de suporte, um suporte de atenção e não um quebra-galho.